Rafael Sandes tenta passar para eleitores realizações da administração municipal como sendo dele  

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Propriá/SE – A produção intelectual gerada por um profissional para uma empresa ou qualquer órgão de trabalho é de propriedade de quem paga e não de quem foi pago para a realização do serviço. Seguindo essa premissa, entende-se que a posse da produção ou se declarar dono da mesma ou ainda se manifestar publicamente e tentar buscar proveito próprio, é algo danoso, repudiável e consiste em verdadeira falta de ética.

A administração do Prefeito Iokanaan Santana, cujas realizações são inúmeras no decorrer desses três anos, realizou não somente ações e obras e sim oportunizou espaços para que outras “figuras” ficassem conhecidas da sociedade. Iokanaan concedeu espaço livre para execução e desenvolvimento do trabalho e agora os feitos púbicos, pagos com o dinheiro do contribuinte, parecem ter “donos” nessa época de eleições municipais.

Algumas denúncias apontam que o ex-secretário municipal de Educação, Rafael Sandes, publicou vídeo – que circula em mensageiro de whatsapp – tentando potencializar sua imagem para a população relatando diversas ações em órgãos da Educação como essas fossem dele. Sem nenhuma humildade, sem citar o nome do município e nem do gestor que lhe concedeu espaço de trabalho, avançou ao campo do comportamento ignóbil. Rafael não fez nada e sim o município com as condições geradas pelo Governo Federal. As análises o apontam agora como leviano. “Uma vez pago para exercer o cargo, a produção é de propriedade do município e não dele, denunciam”, relata um Professor da rede de ensino.

Vídeo

Nesse caso específico, Rafael chama para ele todos os feitos, sem levar em conta que foi pago para desenvolver uma política de trabalho e portanto é propriedade do município. Fica claro que, mais uma vez, precisa da administração que fez parte para “clarear” seu projeto de vice-prefeito, uma vez que fracassou, mingou e naufragou sua empreitada enquanto pré-candidato a Prefeito de Propriá. Encerrou-se assim, um grito calado e sufocado em si mesmo.

Por Adeval Marques

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