Ex-vereador Jackson da estação admite que faltou amor por Propriá por parte de gestões passadas, mas não se coloca nela

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Coluna Adeval Marques – O ex-vereador Jackson da estação admitiu que faltou amor por parte de administradores do passado – “gestões passadas” – para com o município de Propriá. Ele também colocou que faltou planejamento, atitudes e outros pontos importantes para o desenvolvimento do município. A entrevista concedida ao radialista Patrício Lessa, que teve tempo de 54 minutos no Jornal da 104, teve narrativa para diversos focos em Propriá apresentando críticas e soluções. Jackson agora é pré-candidato a vereador.

Embora dono de uma boa oratória, Jackson cometeu um pecado ao fazer a crítica para as gestões passadas à luz do que chamou de falta de desenvolvimento para Propriá, pois ao fazê-la, deveria se inserir dentro das colocações, uma vez que foi vereador por várias vezes e Presidente da Câmara Municipal. Ele preferiu enaltecer a gestão do ex-prefeito Paulo Britto, da qual foi Secretário Municipal de Obras – 2009, 2010, 2011 e 2012 – e analisou, em linhas gerais, de que o município vem ficando pior nos últimos nove anos, no caso, administração do ex-prefeito José Américo Lima, da qual foi Secretário de Obras por quatro meses, passando para a pasta do Indústria e em seguida prestador de serviços, ou seja, esteve no poder. Jackson da estação também esteve presente nas “gestões passadas” que hoje culpa. Não foi feliz.

A História tem um julgamento sobre Propriá do qual os “atores” que fizeram e fazem essa História devem sempre voltar o olhar para o retrovisor do passado e fazer uma “mea culpa”. Propriá precisa colocar na grade da Escola a matéria Amor por Propriá, pois os registros denotam de que ela deixou de ser pujante economicamente por razões naturais como as cheias do rio São Francisco, por perda de território, declínio da agricultura do arroz, fechamento de empresas e comércio e por administrações que não tiveram visão de futuro para com o município. Se assim fosse o discurso do nobre ex-vereador, a razão estaria com ele e seria feliz. Não o fez e cometeu pecado.

Como disse o dita do povo hebreu em seu livro, o Talmude: “A consciência vale por mil testemunhas”. 

Por Adeval Marques
Foto de arquivo (Jackson ao lado do ex-prefeito Renato Brandão)

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