Huse realiza mais de de 1.500 atendimentos durante primeiro final de semana de março

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Aracaju/SE – O primeiro final de semana do mês de março foi marcado por muita movimentação dentro do Pronto Socorro do Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), considerado o maior hospital público do Estado. Foram quase 1.500 atendimentos desde a última sexta-feira, 6, até o final da manhã desta segunda-feira, 9. De acordo com o superintendente interino do hospital, Wagner Andrade, essa situação não é normal para um final de semana e algumas questões foram pontuais como superlotações nos Hospitais Regionais, problemas em equipamentos de exames, além de retenção momentânea de macas.

 “Nós tivemos um grande número de atendimentos até o final dessa manhã e isso não é normal para um final de semana. Houve um problema no aparelho de raio x do Hospital Regional de Itabaiana e isso fez com que toda a demanda do agreste e do norte de Sergipe viesse para o Huse, o que fez com que esses pacientes fossem trazidos pelo Samu. Na verdade isso foi pontual, uma vez ou outra o sistema pode aumentar o seu número de atendimentos, mas, o mais importante é que apesar da retenção momentânea das macas e algumas passaram algumas horas, nós atendemos a todos e o Samu também cumpriu o seu papel e não deixou ninguém sem atendimento”, frisou o superintendente interino do Huse.

O fluxo dentro do Pronto Socorro do Huse já começa aos poucos a voltar a sua normalidade. Alta médica, avaliação mais criteriosa, encaminhamentos para cirurgias, além de maior agilidade em exames e seus resultados. Tudo isso faz com que a superlotação diminua, em especial na Área Azul, considerada de baixa complexidade e que deveriam buscar as Unidades de Pronto Atendimento (UPA’s). O tempo de resolutividade dentro do Huse foi explicado pelo superintendente interino.

 “A intenção é de nunca reter macas, dez horas de atendimento para um paciente é muito, mas a gente tem que ver o seguinte, o tempo de se deixar um paciente aqui com fratura ou um atendimento clínico de urgência não é o atendimento do hospital. O tempo de atendimento de uma fratura no hospital leva o tempo para a equipe médica, exames, colocar em centro cirúrgico se necessário, então, o tempo de resolutividade dentro do hospital é sempre diferente do tempo de resposta do Samu, por isso, muitas vezes, você deixa a maca aqui aguardando um atendimento prioritário e a gente está dando esse atendimento, só que a minha resolução pra um caso de urgência que chega nunca vai ser igual ao tempo de pré hospitalar”, enfatizou Dr. Wagner Andrade.

SES

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