Sales Neto fica no Turismo até final de Governo Belivaldo Chagas: esperanças e utopia no Baixo São Francisco

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Aracaju/SE – O jornalista Diógenes Brayner comentou em sua coluna Plenário que o Governador de Sergipe, Belivaldo Chagas, afirmou para um grupo de empresários do ramo de Turismo que Sales Neto não sai da pasta de Pasta Turismo.

Jovem e competente, o jornalista Sales Neto é o chefe da Comunicação do Estado. O reconhecimento pelo Governador Belivaldo Chagas na capacidade e fidelidade de Sales Neto, além da facilidade de relacionamento e comunicação que detém, foram importantes para conduzi-lo também para a Secretaria de Turismo. A responsabilidade é grande.

Todo Sergipe é lindo em riquezas naturais. Até o sertão, onde muitos escritores e historiadores dizem que é uma parte esquecida por Deus e o diabo, tem suas belezas. Caatingas, sítios arqueológicos, cânions, lugares históricos onde findou o rei do Cangaço – Angicos -, são só algumas citações. Por falar na saga de Virgulino Ferreira, o Lampião, que fica situado no Baixo São Francisco, lugar por onde o Imperador Dom Pedro II navegou em seu navio, o Pirajá, é um potencial nessa área imensurável. Dom Pedro, que gostava de passear, era o que podemos dizer um turista nato.

O Imperador viajava demais e fez a viagem à Sergipe e Alagoas acompanhado de grande comitiva e sendo recebido em diversos lugares como Neópolis, Propriá, Gararu, Porto Real do Colégio, Pão de Açúcar e finalizou em Paulo Afonso, já na Bahia. Nessa longa e turística viagem, fez discursos para políticos, jatou com autoridades, recebeu gente comum, despachou, atestou pedidos, visitou escolas, fez instalar câmaras, intendências, igrejas, participou de missas, cantos, bailou e emancipou lugares como Propriá.

Os lugares por onde Dom Pedro passou precisam ser revistados porque é uma parte da nossa História que precisa ser mantida e sempre lembrada. Faz parte da nossa identidade cultural enquanto povo e região. O surgimento oficial da Rota do Imperador pelo Governo Belivaldo Chagas na administração de Sales Neto atrairia pessoas de todos os lugares, turistas. Toda uma cadeia estaria inserida nesse processo, gestores das cidades dos dois Estados, empresários, intelectuais precisam se engajar e formar esse Consórcio que produzirá economia e dignidade.

Essa esperança de ver o turismo no Baixo São Francisco se desenvolver como mais um destino do Estado é uma esperança. Com a testificarão do Governador em afirmar que Sales Neto – Neto – fica na Pasta de Turismo até o final do seu Governo, faz acender essa chama perante o povo e o grupo de empresários que lá estavam no ato da frase de Belivaldo em um jantar.

Sales é a esperança de alguns que vislumbram o desenvolvimento dessa região por tantos meios, inclusive o Turismo.  Entretanto, sem que haja somação de esforços por mais gente dessas regiões que se envolva, será mais uma utopia e culpa não pode recair sobre seus ombros.

Por Adeval Marques

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