Propriá: Justiça dá prazo para retirada de cercas em 60 dias

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Propriá/SE – O Ministério Público reuniu na última segunda-feira, (05), mais de 15 pessoas que possuem barracos ou fez cercamento de terrenos nas margens do rio e determinou que, após 60 dias, contados a partir do dia 05, que sejam retiradas todas as cercas que foram colocadas nas margens do rio São Francisco. Muros e outros impeditivos de circulação do cidadão, também devem ser retirados.

No trecho que compreende a trecho que começa na ponte de acesso à cidade de Telha, passando pelo bar de Washington, rampa da Banca do Peixe, Coroa dos Pintos, passando pela rampa do bairro Poeira, até a Ponte da Integração Nacional, são alcançados pela ordem da justiça e o não cumprimento implicará em medidas nada agradáveis aos infratores.

Como já registrado no histórico anterior, a audiência era esperada há muito tempo sob o olhar de várias reclamações de cidadãos que não podem fazer uso de passeio nos trechos citados nas margens do rio. Historicamente, as invasões tiveram início há mais de 20 anos, mostrando um total descompromisso dos órgãos de fiscalização à época que não se importaram com a situação deixando-a proliferar e tornando-se um problema social e de urbanismo para o município de Propriá. Cercas, barracos, criação de animais em zonas costeiras que identifiquem locais para portos de embarcações e trânsito humano não são permitidos.

“O Ministério Público, o pessoal da justiça, determinou que nós retirássemos todas as cercas e era para acabar com criação de animal na beira do rio. Vai ser feita uma força tarefa em 60 dias e que não tiver cumprido a determinação vai pagar as consequências. O pessoal tem que ajudar porque a cidade vai tá ajudando a cidade a ficar mais bonita e organizada”, disse um dos presentes a reunião.

Compuseram a reunião o Ministério Público, Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Guarda Municipal, donos de barracos, Colônia de Pescadores e 2º BPM.

Por Adeval Marques

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