Secretário reúne rede estadual de saúde para realinhamento de fluxo das demandas vasculares

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Empenhado em otimizar o fluxo de atendimento aos pacientes vasculares do Estado, diminuindo o tempo de resposta para esses procedimentos cirúrgicos, o secretário de Estado da Saúde , Valberto de Oliveira e a secretária executiva, Adriana Menezes junto à equipe técnica, reuniram na última segunda- feira, 18, as equipes diretivas dos hospitais de Urgência de Sergipe (Huse), Cirurgia (HC) e unidades que realizam cirurgias de menor porte para o Estado.

De acordo com Valberto de Oliveira, muitas áreas já apresentaram melhorias como a neurocirurgia,  com redução de 80% no tempo de espera; e a oncologia, que teve a fila de radioterapia zerada. O secretário afirma que, agora, a atenção de toda a rede está voltada de forma mais intensa para os pacientes vasculares. A reunião foi de alinhamento para este primeiro momento de construção sobre como dar vazão a essa demanda. O empenho é para criar um protocolo a fim de dar vazão a esse fluxo. Valberto explica que o Estado está dando o seu máximo na oferta, a grande questão é o aumento contínuo de demanda.

“Estamos seguindo a orientação do governador Belivaldo Chagas de dar solução à questão das filas para algumas áreas. Será alguma falha na atenção básica no tocante ao diagnóstico precoce desses problemas? Será a necessidade de melhorar essa triagem para que esses pacientes não cheguem à rede estadual em estado tão crítico e emergencial? Estamos fazendo esses levantamentos junto aos especialistas dessa área como neurocirurgiões e cirurgiões vasculares, além do corpo diretivo das unidades para que possamos encontrar a raiz do problema e, conseqüente, solução para essa questão”, contextualiza.

Para o diretor técnico do Huse, Vagner Andrade, as próximas reuniões possibilitarão que as equipes das unidades encontrem o caminho para otimizar a grande demanda que chega diariamente no hospital.  A Diretora do Hospital Cirurgia, Márcia Guimarães, unidade  referência do Estado na área vascular, complementa e reitera sobre o  volume de pacientes que têm dado na unidade.

“O volume aumentou muito e, com isso, a parte que está contratualizada com o Cirurgia está insuficiente para a demanda que a unidade está suportando. Iremos revisitar tudo o que está protocolado em fluxo para sabermos onde é o ponto de problema para que a gente possa dar solução seja através das secretarias municipais de saúde, seja através das referências hospitalares e apresentaremos nas próximas reuniões”, finaliza.

SES

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