Reclamações de baderna e som alto em Propriá aumentam e revolta população

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O cidadão é o primeiro e principal responsável para uma cidade organizada. Na falha desses, entram os órgãos e as leis

Os finais de semana em Propriá estão sendo motivo de preocupação por parte da população acima dos quarenta anos. Eles reclamam do barulho excessivo de sons altos, de veículos portando paredões ou outros que circulam livremente na cidade com o volume acima do permitido por Lei. Alguns desses veículos, ao trafegaram de fronte às residências, provocam uma grande pressão nos vidros das janelas produzindo correntes vibratórias adentrando nos lares onde crianças e idosos precisam de descanso. Esse fato vem acontecendo também nas altas horas da noite, já foi denunciado no site PropriáNews e no Jornal da 104, por Patrício Lessa. A discussão é recorrente. Onde estão os órgãos responsáveis por manter a ordem pública?

Ao cobrar a fiscalização dos órgãos, vamos lembrar que a primeira ação deve vir do próprio cidadão que precisa ajudar na condução de uma cidade melhor para todos, a chamada “Cidade Inteligente”, como é aplicado o novo termo.

Um problema que é visível também é o barulho de motos com o cano aberto provocando as pessoas de bom senso. Não existe responsabilidade por parte de tais condutores; não existe educação. Existe duas hipóteses: ou os órgãos não tem material humano e condições para fiscalizar, ou existe omissão e desleixo. Algo precisa ser feito e a população critica nas redes sociais, mas, para ter providências efetivas, só se fosse registrado vários Boletins de Ocorrência, assim senso, seria provocada uma forte discussão fazendo o MP, SMTT, Polícias e até a GM de Propriá agir com mais rigor. O que não é admissível é Propriá sendo bombardeada pela baderna e desmoralização por parte de indivíduos irresponsáveis que se acham acima da Lei. Algo precisa ser feito.

Sobre as noites nas imediações na Orla de Propriá, onde boas famílias já dizem não frequentar mais nos finais de semana, é algo que vem preocupando. Empresários estão reclamando também da organização.

Por Adeval Marques

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