Danos morais: autoridade de Propriá quer impedir enquetes sobre pré-candidato

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Uma autoridade política planeja entrar com uma ação na justiça sobre a maneira como enquetes feitas em Propriá estão sendo produzidas por meio de redes sociais. Segundo informou, do jeito que acontece não ajuda ao processo político, ao contrário, atrapalha porque confunde a cabeça do cidadão e eleitor, é o que relatou ao site.

No ato da ação, que já estaria bem encaminhada, foi registradas várias amostras de enquetes com identificação de seu autores e os veículos usados, no caso das redes sociais e grupos de whtasapp onde foram disseminadas. A gravação da imagem do pré-candidato com o suposto índice apurado na enquete, é um prejuízo para qualquer pessoa em qualquer situação, cita. Nesse caso, a análise é de que trata-se de danos à imagem e moral do cidadão, antes mesmo de ser um pré-candidato. É a análise de um advogado.

Embora seja uma maneira de manifestação, instaurada na liberdade de expressão, prevista na Constituição Federal, o mecanismos de enquete nas redes sociais banaliza o processo de democracia ao invés de fortalecer, (sic). “Estamos com as enquetes registradas e vamos levar à justiça”, disse o autor que nesse momento solicitou o sigilo da sua identidade ao site.

É só o começo do que pode vir no processo das futuras eleições de 2020.

Por Adeval Marques

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