O Hospital Regional Pedro Garcia Moreno localizado no município de Itabaiana e gerenciado pela Secretaria de Estado da Saúde (SES), realizou, em julho de 2019, 9.292 atendimentos, 183 a mais em relação ao mesmo período do ano passado que registrou 9.109. Essa resolutividade na assistência colabora com a fluidez do Hospital de Urgência (Huse) destinado a atendimentos de alta complexidade, evitando a superlotação.

Dos 9.292 atendimentos, 5.191 foram com clínico geral, 1.378 com cirurgião geral, 1.211 na área de ortopedia e 1.512 na pediatria. “Os números daqui da nossa regional, nesse mês de julho, começa, na verdade, a voltar ao número médio de atendimentos que nós costumamos ter. Se a gente pensar que no mês de abril nós tivemos 13200 atendimentos e que agora reduz para aproximadamente 10 mil, notamos que o Hospital começou a entrar em sua área de conforto, quando os serviços conseguem fluir de uma forma mais legal”, comentou o superintendente do Hospital Regional de Itabaiana, Waltenis Junior.

O superintendente informa, ainda, que ações estratégicas possibilitaram uma cara nova para o hospital como, por exemplo, o fortalecimento da gestão de leitos com uma nova definição de fluxos e protocolos, o trabalho integrado com o equipamento existente no hospital e outras áreas de assistência, o envolvimento médico, da fisioterapia, laboratório, todos trabalhando em prol de melhorias.

“Expandimos nossa capacidade de leitos, mapeamos, fizemos a readaptação, planejamentos e execuções dessa expansão dos leitos, trabalhando de forma mais integrada. Otimizamos o controle do cambão vermelho nas enfermarias, já que temos pacientes que ficam vários dias internados, padronizamos os horários das visitas médicas, fortalecemos a escala assistencial médica, de enfermagem, por conta, também, de uma ação direta da Secretaria de Estado da Saúde que contribuiu para que a gente fortalecesse essas escalas”, disso Waltenis. O fluxo no pronto-socorro também sofreu alterações. “Outra questão que nos ajudou muito foi em relação ao fluxo do pronto-socorro. Fizemos uma alteração do processo de trabalho dentro do laboratório porque às vezes o paciente ficava muito tempo esperando, aguardando apenas o resultado do exame, então tudo isso possibilitou que o hospital tivesse uma fluidez maior. Além disso, a diminuição do fluxo das doenças sazonais e das arboviroses foi um fator que também contribuiu para a gente conseguir dar uma fluidez melhor no hospital”, concluiu o superintendente.

SES

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