Vereador de Propriá em terceiro mandato, José Aelson dos Santos, o Aelson Publicidade, 52 anos, PSD, acha que chegou a vez de ser prefeito de sua cidade, e está em ação pela construção de uma pré-candidatura com esse objetivo.

“O que penso é no nosso maior desafio, que é a geração de empregos. É ir em busca da captação de empregos para os jovens de Propriá. Nós temos uma cidade que parou no tempo”, diz Aelson Publicidade. Para materializar o projeto eleitoral, Aelson Publicidade está disposto a abrir uma ampla frente de diálogo.

“O nosso foco hoje é um consenso que visa reconstruir Propriá. Uma candidatura solitária, isolada, não vai a lugar nenhum. Eu diria que as noivas mais cobiçadas da sucessão de Propriá hoje em dia são os de Menininha. Quando se fala em espólio político-eleitoral em Propriá, você só ouve falar que se quer o apoio dos de Menininha e de Renatinho Brandão”, diz o vereador.

Veja esse breve bate-papo de Aelson Publicidade com a Coluna Aparte no plenário da Alese, enquanto ele visitava a Casa.

Aparte – Em nome de que projeto o senhor intenciona ser candidato a prefeito de Propriá?
Aelson Publicidade –
 O que penso é no nosso maior desafio, que é a geração de empregos. Esse seria o nosso maior objetivo. É ir em busca da captação de empregos para os jovens de Propriá. Nós temos uma cidade que parou no tempo e, enquanto vereador, sinto-me engessado na busca de recursos e de geração de oportunidade de trabalho.

Aparte – Um vereador pode muito menos que um prefeito?
AP 
– Creio que como prefeito a gente terá plenas condições, através de apoios de deputados ligados a gente, como o federal Fábio Mitidieri e o estadual Jeferson Andrade. O PSD hoje é um partido grande, através do qual a gente tem buscado, mesmo como vereador, várias soluções para os problemas da cidade.

Aparte – O senhor não considera complicado ir a uma eleição enfrentado um prefeito com o poder nas mãos, tentando uma reeleição, como é o caso e Iokanaã Santana?
AP –
 Não é complicado enfrentar o prefeito de Propriá, mesmo porque ele tem todo um reconhecido desgaste público hoje. Mesmo dizendo que é candidato à reeleição, Iokanaã nem tem atuando nesse sentido.

Aparte – Dos nomes que estão se predispondo, entre Márcio Dória, Orlando do Tênis, Renatinho, qual seria o mais competitivo?
AP – 
A gente não deve subestimar nenhum desses, e por isso eu digo que todos são competitivos. Mas não creio que Orlando consiga construir uma candidatura, Renatinho tem problemas com a Justiça por bons anos à frente e Márcio é forasteiro.

Aparte – Por que o senhor aponta problema de afirmação na pré-candidatura do Márcio?
AP –
 Eu diria que o Márcio é um bom advogado, daria até um bom parlamentar municipal – penso até que ele quer ser candidato a vereador, ou vice de alguém -, mas para ser candidato a prefeito é complicado, porque ele está um pouco ausente da cidade.

Aparte – Qual é a tradução de um pouco ausente da cidade?
AP –
 O Márcio está há cerca de 26 anos longe de Propriá e de repente chega lá, aluga uma casa e diz que quer ser o seu prefeito.

Aparte – Qual é o problema disso?
AP – 
Eu diria que com isso ele está dando um tapa na cara daquelas pessoas, dos cidadãos propriaenses, que vivenciam o dia a dia daquela cidade, os problemas dela e que fazem política diariamente nela. Que presenciam o sofrimento das pessoas dali, que lutam pela solução desses problemas. Quando você devia ter estado presente, você fugiu, correu, abandonou aquelas pessoas e os problemas delas.

Aparte – Isso gera desconfiança nos cidadãos do lugar?
AP – 
Eu acho que as pessoas de Propriá devem ficar atentas a cada acontecimento e a cada fato nessa hora. Eu acho que os cidadãos de Propriá devem analisar com cautela cada candidatura. Temos outros nomes que também se posicionam como pré-candidatos. Eu mesmo estou no terceiro mandato de vereador, estou na luta e a cada dia busco solução pro povo.

Aparte – Qual é a chance de o senhor ter o apoio dos de Menininha – os irmãos Zé João e Luciano de Menininha?
AP –
 O nosso relacionamento com os de Menininha é muito bom – com Luciano, mas principalmente com Zé João. Eu diria que as noivas mais cobiçadas da sucessão de Propriá hoje em dia são os de Menininha. Quando se fala em espólio político-eleitoral em Propriá, você só ouve falar que se quer o apoio dos de Menininha e de Renatinho Brandão. É imprescindível dizer que se quer ao apoio deles. Em não sendo candidatos, vamos conversar com Zé João, com Renatinho e vamos dialogar até com o doutor Márcio Dória. O nosso foco hoje é um consenso que visa reconstruir Propriá, e isso passa pela geração de empregos. Uma candidatura solitária, isolada, não vai a lugar nenhum.

Por Jozailto Lima

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