Usando sua conta do facebook, o Presidente Jair Messias Bolsonaro informou em vídeo que vai apertar a fiscalização no benefício do Defeso do Pescador. Ele convidou os fraudadores a se retirarem do programa ou serem identificados e punidos em processo.

Jair Bolsonaro disse que no Brasil são desviados por ano quase 2 bilhões de reais por meio de fraude no pagamento do benefício por pessoas que não são pescadores. Ele acrescentou que a população anseia por investigação e punição de atos de corrupção no País e como tal devem dar exemplos. “Quem, até lá, voluntariamente, sair do sistema, sem problema nenhum será anistiado. Quem teimar em ficar, poderá receber um processo por falsidade ideológica, coisa que, no fundo, a gente não quer fazer, [mas] isso é fraude, é desvio”, disse presidente.

No final do mês de maio serão feitos recadastramento de pescadores. Nesse sentido, segundo o Presidente, os que não forem pescadores estão sendo convidados para se retirar do programa por não serem profissionais e sim fraudadores. Ele acrescentou que “gente humilde” foram usados para a prática de desvios e que isso configura em fraude, desvio e sofrerão processos por falsidade ideológica. É caso para investigação da Polícia Federal e colocou como exemplo o trabalho que a operação Lava Jato vem realizando. Foi solicitado que, até o final de maio, os fraudadores saiam voluntariamente do sistema. Para isso é apenas que não se faça mais o recadastramento. Esses que agirem assim “estão anistiados”, disse o Presidente pedindo para todos ajudar no combate às fraudes.

Nesse sentido, parece estar em curso uma certa perda de poder por parte das colônias de pescadores no País que detém o domínio da situação e poderiam ajudar no processo lícito cadastrando como pescadores quem de fato é. Entretanto, um estudo do próprio Governo Federal, identificou que houve posse da situação para uso ilícito e trampolim político por parte de quem as gerencia. A Polícia Federal mantém um vasto arquivo nesse sentido, bem traído, por exemplo.

O Defeso de Pescador é um direito do pescador artesanal com o valor de um salário mínimo por mês em cada período para o impedimento da pesca de forma temporária em razão de garantir a reprodução e preservação das espécies.

Acesse o vídeo clicando no link:

Da redação
Adeval Marques

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