Desde os idos de 1900, já na era moderna, especialmente nos séculos XX e XXI, que em vários lugares da terra estão surgimento relatos com mais frequência. São cada vez mais fortes os indícios sobre os avistamentos ou aparições dos óvnis – objetos voadores não identificados -, sigla em inglês. Para os estudiosos do assunto, os fatos reforçam a teoria de que não estamos sozinhos no infinito mundo do cosmos.

Vários estudos históricos, astrológicos e arqueológicos, depoimentos de militares, abduções, imagens, fotos e vídeos, reiteram de que a vida extraterrestre existe e que já fomos e continuamos sendo visitados em na terra há milhares de anos. O que está por traz das omissões pelos governos sobre o assunto? O Ministro da Defesa Rússia cedeu imagens de óvnis. Siga esse link: https://www.youtube.com/watch?v=VDWVNE5RrGY

O fato do surgimento de óvnis vem ganhando força pela imprensa, por estudiosos, instituições ou grupos de estudos que questionam as autoridades para abrirem os arquivos que tratam dos temas e dos quais são carimbados como “arquivos secretos”. O País que mantém o maior número de estudos e informações são os Estados Unidos da América, cujas tecnologias, estão à frente dos demais países. A pergunta é: O que estão escondendo de nós? Houve posse da tecnologia alienígena? Esse questionamento tem sido feito pelo mundo afora onde os relatos são diferentes por vários perfis de pessoas. As autoridades precisam responder por se tratar de uma violação de direito universal, afinal, moramos todos na mesma casa e, deixando de lado as diversas diferenças. Somos todos uma só espécie humana.

O historiador Zecharia Sitchin foi um grande estudioso sobre a cultura da antiga Suméria e seu povo. Os achados dele e suas conclusões, depoimentos, entrevistas e livros publicados, além de inúmeras palestras sobre o assunto, fizeram dele uma personalidade mundialmente conhecida. É de Sitchin a maior teoria de que existiu um povo chamado  Anunnaki, ou Anannoki, e também do planeta Nibiru ou planeta X. Em suas conclusões, ele afirma, com base nos achados e estudos dedicado ao tema por mais de 50 anos, que a vida na terra se desenvolveu depois da visita dos Anunnaki e que o nosso código genético, também chamado de DNA, foi alterado para conceber a raça humana. A afirmação ganhou o mundo por meio dos debates e as universidades. Nos dias atuais, Zecharia é profundamente analisado em suas conclusões e trabalho como um o objeto de estudo. Achados arqueológicos na antiga Suméria corroboram com Sitchin.

Segundo a análise dos textos Sumérios, traduzidos por Sitchin nas escritas em tábuas de argila sumérica, ao proferir palestra sobre seu último livro “Fim dos Dias” (1922 – 2010), ele atribui à criação da antiga cultura Suméria aos “Anunnaksi”, uma raça extraterrestre nativa de um planeta chamado NIBIRU, que se encontraria nos confins do Sistema Solar. Com essa abordagem, ele explicado o nosso súbito aparecimento, unindo à evolução com a criação e as várias construções antigas inexplicáveis pela ciência atual. O estopim de tudo que ele defendia foi quando da publicação do livro “O 12º Planeta” em 1976, tomando força o tema NI.BI.RU, retirado de uma única fonte: os antigos textos Sumérios.

Com o trabalho de Zecharia, o mundo passou a tomar informação sobre o conhecimento comum que, segundo defendeu, são cópias fragmentadas destes antigos textos suméricos. Como exemplos tem-se o conhecido jardim do Éden, chamado de E.DIN. Abraão chamado por AB.RAM e o relato da destruição de Sodoma e Gomorra, entre outros.  Os seus livros traduzidos para o Português são cada vez mais difíceis de se conseguir. Para quem tiver interesse destacamos o livro “O 12º Planeta” e o magnífico livro “Gênesis Revisitado”.

A leitura do material do Professor Zecharia é importante porque marca a proposta de reflexão por um trabalho de estudo e dedicação e seriedade sobre o começo da raça humana em outra vertente cientifica da História. Vejamos em Gênesis 1:26-28: “Então disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os grandes animais de toda a terra e sobre todos os pequenos animais ­que se movem rente ao chão”. Imagem e semelhança.  O termo Deus é usado desde a antiguidade. Todas as civilizações têm o mesmo padrão – nome sobre essa divindade e ele, o termo, foi visto pela primeira vez nos textos sumérios, ou seja, sendo o povo sumério o mais antigo do mundo vivendo já em sociedade, datando-se de 3100 a 3000 a.C, foram base em muitos dos eventos que hoje existe. Inegável estudo.

Vêm da Suméria as primeiras ciências, cálculos, tratados e a base para a religião universal. O que teriam os óvnis hoje com os antigos sumérios? Incrivelmente nos achados por Zecharia há várias incrustações, em paredes, afrescos e tábuas, relatando sobre discos voadores e de seres alienígenas que foram ignorados pelo mundo atual. Paredes no Egito também retratam naves espaciais em formato arredondados. Previsões, mapas estrelares, surgimentos de outros planetas, explicações para tantos fatos estão descritos nas tábuas de argilas dos escritos sumérios, também berço da escrita chamada de cuneiforme.

Na atualidade começamos a perceber o quanto a antiguidade têm de registros sobre os óvnis. Toda vez que o assunto for abordado com seriedade precisa-se que o nome de Zecharia esteja presente.  As autoridades sabem e negam o assunto, cujo interesse em escondê-lo passa, principalmente, pelo crivo da religião católica que, na História, foi um verdadeiro obstáculo para o crescimento cientifico da humanidade porque sempre temeu que se provasse a teoria de um criador apenas para nós humanos terrestres, e mais adiante […]. A igreja chegou a vigiar cientistas como Galileu (1564-1642), Cupérnico (1473-1573) e até Isaac Newton (162-1727). Ela ameaçou alguns de heresia e foram queimados vivos pelo tribunal da inquisição por defender suas teorias. O vaticano, segundo se sabe hoje, têm um dos maiores arquivos que comprovam a existência de vida extraterrestre e até o relato, público, do Papa João XXII que chegou a conversar com um extraterrestre. Recentemente um representante do governo americano foi impedido de fazer uma análise nos documentos do Vaticano sobre o assunto.

A polêmica vem crescendo no mundo e cada vez mais as pessoas procuram saber o porque da omissão das autoridades sobre os fenômenos.  No Brasil há casos demais desde 1953. O mais famoso é a “Operação Prato”. Em seguida o “ET de Varginha”. Aqui em Sergipe, na cidade de Itabaiana, Sergipe, já houve constatação por uma moradora simples mãe de família. O maior acervo de informações no País pertence aos militares que disponibilizam alguns documentos e outros são tratados como extremamente “secretos”.

Há relatos de que já houve diversos contatos e até a apelação, pelos extraterrestres, pedindo para fazer contatos conosco. Outros casos, mundo afora, falam de pessoas abduzidas que foram levadas até as naves espaciais para serem analisadas, outras que foram apenas visitar a nave ou planeta onde vivem os extraterrestres. Em programas de debates na internet, um dos campos livres para falar do assunto, os relatos crescem e são comprovados por fotos, vídeos e depoimentos. Há também muita fraude, no entanto, o tema fica mais sério quando é divulgado em meios sérios de comunicação, como estão sendo feitos.

Não se pode descartar nada nessa vastidão de informações. Omissões pelos governos e diante de estudos como os de Zecharia, onde 80% são dignos de apreciação e seriedade, nada pode ser descartado. Nos EUA vários militares, pessoas que serviram nos serviços secretos e de inteligências, homens que trabalharam aperfeiçoando tecnologias reversa, experimentos e até abatimento de óvnis, decidiram sair do silencio e falar, sob juramento no Congresso dos EUA e reiterar dos fatos. Alguns até parados pela força das ameaças.

O Governo Americano se vê encurralado diante do crescimento da sociedade, através dos grupos que tem em sua conjuntura homens renomados, para dar explicações. Na China, Japão, Alemanha e Rússia a situação parece ganhar corpo.  A mais polêmica das situações está nos EUA quando nos referimos à Área 51. Lá, segundo teorias da conspiração,  funciona um campo de experimento cientifico, altamente sigiloso, em cujas instalações há naves – discos voadores – apreendidos para estudos, muito material físico e até ET´s vivendo ali que já estariam à serviço dos EUA. Em relatos não autorizados, há indícios de que já houve morte de um funcionário da inteligência, de forma misteriosa e muitos outros estão ameaçados porque “falaram demais”.

Na outra extremidade da Lua existe uma imensa base, ou vestígios de civilizações que já viveram ou vivem lá. O fato já foi comprovado.  O que estão escondendo de nós? É o que toda humanidade quer saber.

As respostas precisam ser dadas ao mundo por ser uma questão de segurança e nos prepararmos para o que for. Embora as diversas teorias defendidas por alguns estudiosos é a de que existam diversas raças alienígenas onde algumas são boas e outras qualificadas como ruins. Há indícios de invasão extraterrestre? Estamos preparados? Eles já estão entre nós? Querem fazer contatos? Porque não é divulgado o que de fato vem acontecendo em relação aos aparecimentos dos óvnis.

Uma das teorias é a de que eles estão se sentindo incomodados com o armamento espacial e os testes nucleares no espaço. Em contatos já feitos com eles foi dito que nos chamaram de maus ou que “estaríamos mexendo num complexo sistema do qual não temos ainda compreensão das leis cósmicas”

. Somos, se assim proceder, uma raça ruim ao ponto de outros seres vir nos dizer como nos comportar e que estamos entrando, sem conhecimento, num campo que não dominamos e cuja marca registrada nossa é sermos, justamente, destruidores de mundos (?). É um questionamento que devemos fazer em nossas reflexões tolas. Talvez haja razões.

Lembro-me de que, nos meus estudos de História, e já li algumas literatura interessantes, a nossa marca é a de um povo opressor sobre o oprimido; do poderoso sobre o impotente. Somos, além de tudo, predadores de nós mesmos. Verificaremos os inúmeros erros que cometemos na História com nossos irmãos dos quais relatamos, à exemplo: a invasão espanhola sobre a civilização Maia; a escravidão do negro africano pelos colonizadores europeus, as tomadas das terras, cultura e história dos índios nativos da terra chamada de Pindorama, hoje Brasil.

Se realmente proceder, encontramos uma raça superior, cujo relatos ainda não tomaram a terra por questões de acordos ou na esperança de manter boas relações. Como disse Leonardo Boff: “A grande mãe Gaya é uma casa que poderíamos trabalhar para deixá-la um pouquinho mais arrumada do que quando chegamos aqui […]”, e agora queremos atingir o espaço sem nem se quer resolvermos os problemas que temos aqui através dos artefatos nucleares e outras irresponsabilidades. Costumo dizer, em minhas reflexões que, “Pela primeira vez, na História da humanidade, estamos nos sentimos todos impotentes e sozinhos diante da iminência de tal experiência de vida lá fora sem saber o que realmente está acontecendo”.  O assunto não deve ser ignorado. Vários sítios com material responsável na internet apontam para o aprofundamento das situações e os governos estão perdendo o controle.

 Ufólogos como Erick Von Daniken, autor de “Eram os Deuses Astronautas”, um livro que li quando ainda era muito jovem, tinha cerca de 14 anos de idade, ainda lutam para provar a existência de extraterrestres e óvnis na terra há mais de 30 anos de estudo. Só agora suas teorias estão começando a ser aceitas e até a Nasa – Agência Espacial Americana, já admitiu que “… poderemos fazer contato com outras vidas extraterrestres muito em breve […]”. Já é alguma coisa. Os céticos, por falta de conhecimento, desinteresse ou por levar uma vida sem propostas, irão achar o assunto hilário, tolo ou cômico. Os que acreditam, ou pelo menos procuram saber sobre o assunto, certamente farão vasta pesquisa e se surpreenderão com o que irão achar. É tudo uma questão de interesse, entretanto, algo é certo: nada pode ficar sem respostas e nesse caso nos perguntaremos: “O que estão escondendo de nós?”

Por Adeval Marques
Graduado em História
Estudioso e interessado no assunto

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