Todos elas estão fora do poder, ou seja, não ocupam cargos eletivos nas esferas do Legislativo e Executivo

O ano de 2020 será o das eleições municipais para os cargos de vereadores, prefeito e vice. Nessa linha de eventos futuros, o ano de 2019 é a base para as articulações preliminares que ensejam em acordos e entendimentos políticos e suas efetivas definições. Dentro desse processo já existe alvoroço no seio político para os cargos citados e por parte de populares que já ousam em emitir opiniões.

Sem que esse artigo tenha intenção de antecipar quaisquer posições por parte das pessoas por trás do contexto aqui proposto, ou mesmo parecer declinar em favor e fazer campanha antecipada aos mesmo, é antes de tudo a defesa de informação pública, poder criar uma opinião, reflexão e debate no seio da população.

Conversando de forma ampla com populares nos mais variados espaços da cidade, contatamos diversos posicionamentos sobre o quadro administrativo, político e social vivido pela população de Propriá. colocando a questão que foca o futuro processo político das eleições municipais em Propriá, verifica-se que o nome de quatro mulheres surgem de forma positiva no cenário, se acaso elas colocarem seus nomes como pré-candidatas, quer seja para as esferas do legislativo como executivo. Em relação ao cargo de vereadoras, todas elas são bem visualizadas. Já para o executivo, Prefeita, apenas uma aparece nas intenções. Elas são de vários meios da sociedade e todas são bem conhecidas e suas atribuições também. De empresárias, professoras, profissionais de áreas importantes e autônomas, elas surgem ainda como verdadeiras guerreiras de Propriá.

Algo que chamou a atenção é sobre o aspecto de renovação na política local. As opiniões ponderam entre posturas positivas e negativas em termos de atuação. Uma análise colocada é de que Propriá não suporta mais o assistencialismo e sim a efetiva elaboração de propostas que visem o desenvolvimento local, sustentabilidade, emprego e renda.

Para não configurar antecipação do quadro e política, os nomes serão preservados até consulta judicial. Também estaremos levando até as mesmas as evidências e obtendo suas opiniões em entrevistas ao site Propriá News e canal Propriá News TV em tempo breve.

É consenso de que as mulheres precisam ocupar as esferas políticas no País e ampliar seu espaço de atuação. É nítido o lobe contrário à essa situação por parte da classe política machista. Por parte delas é interessante serem mais incisivas, atuarem ou militar nesse campo e buscar se organizarem, ou então ficaram sempre com o discurso de que são desvalorizadas. “É hora de compartilhar o Poder Político com a turma do sapato”, e há homens que apoiam.

Por Adeval Marques

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