Mudas de plantas nativas são distribuídas no ato em defesa do Rio São Francisco

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O empresário José Bonifácio, representando o Comité de Bacia do Rio São Francisco, fez a distribuição de várias mudas de espécies variadas aos pescadores e voluntários da cidade de Propriá para replantio nas margens do rio que hoje vive em degradação.

A intenção, segundo José Bonifácio, além de registrar o ato que defesa do Velho Chico, é uma forma também de chamar a atenção das autoridades sobre o estado em que o Rio vem passando. O manifesto teve início dia 03 terminando na terça-feira, 05, registrando debates e palestras sobre a situação do Rio São Francisco, o Opará dos índios Caetés.

A triste constatação da situação do Rio São Francisco vem chamando a atenção de todo o mundo. Existe uma nítida desatenção por parte do Governo Federal que deixa grande débito de falta de contemplação de política pública forte voltada para a prevenção, proteção, revitalização para com o Rio da Unidade Nacional, como ficou consagrado por banhar cinco estados: Minas Gerais, Bahia, Pernambuco, Alagoas e desembocando na sua foz, o pequeno Estado de Sergipe após percorrer 2.830 km e passar por 512 municípios. Com a transposição de suas águas para estados vizinhos, embora seja uma política justa, a degradação aumentou.

Confira o vídeo com José Bonifácio e o pescador Vando, representante dos pescadores, sobre o momento da distribuição das mudas nativas.

O manifesto contou com participação ainda da Presidente da Colônia de Pescadores, voluntários, imprensa local por meio do site Propriá News, foi registrado por telefone na emissora de rádio comunitária Propriá FM, pescadores, voluntários. O momento contou ainda com a presença do vereador Isac Silveira (PcdoB/Aracaju), pré-candidato a Deputado Estadual,  que, sendo professor de História, veio conferir a realidade de perto e conversou com José Bonifácio sobre a situação do rio e também com Adeval Marques, que é um dos estudiosos da Cultura, História e situação do Baixo São Francisco cujo livro está fase de edição chamado de “A Solidão do Baixo São Francisco”.

Da reação
Adeval Marques

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