Equipe de Epidemiologia conforta população sobre proliferação de caramujo africano no Bairro Matadouro

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O Coordenador de Endemias, Cristiano José da Silva e o Supervisor de Endemias, Antônio Farias, prestaram esclarecimentos à população de Propriá, especificamente para comunidade do Bairro Matadouro, zona Sul da cidade, sobre a proliferação do caramujo africano naquela localidade.

Cristiano José Silva confortou a comunidade afirmando que o caramujo africano não tem histórico epidemiológico no Brasil, ou seja, não existem casos notificados ou confirmados de doenças transmitidas pelo mulosco (achatina fulica), conhecido como caramujo africano.

No levantamento feito pela equipe no Bairro Matadouro, foi constatado que o caramujo africano é encontrado com frequência devido à existência de pontos onde o mato está se proliferando e também em valas e esgotos, ruas e até paredes de residências. Nesse sentido o Coordenador informou que a informação já foi enviada ao Secretário Municipal de Obras para efetuar limpeza da vegetação em toda comunidade, amenizando assim a proliferação.

Um dado importante colocado pelo Coordenador é de que o caramujo africano foi trazido ao Brasil para ser comercializado como escargots, porém, devido ao fato de não ter sido apreciado ao paladar, ele foi descartado e assim proliferando em regiões e climas variados do País. Antônio Farias, o Supervisor, afirmou que em todas as regiões do País ele tem proliferado porque se adapta facilmente aos mais variados climas.

Segundo a informação, por ano uma fêmea ou macho, pois são hermafroditas, podem produzir 400 ovos. A orientação do setor de Endemias é de que a população faça a limpeza rotineira do seu quintal, não deixando a vegetação crescer.

Os esclarecimentos foram prestados em entrevista de rádio na emissora de Xodó FM na manhã desta sexta-feira, 17/11, no Jornal da Xodó ao radialista Kleber Braga.

Redação/foto
Adeval Marques
Com informações do setor de Endemias

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