O que esperar de uma Coligação Partidária que mais parece com uma organização criminosa?

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Eu respondo: Medo e insegurança!

Medo, pelas táticas aplicadas na conquista de votos, criação de factóides esdrúxulos contra a oposição, prova de desrespeito até com a justiça, especialmente a eleitoral e tentativa de intimidação aos que tem coragem de enfrenta-los.

Insegurança, porque é comum entre os políticos que apoiam candidatos cobrarem espaços na administração com o intuito de recuperar seus investimentos. É aí que mora o perigo! Imaginem o rombo que a prefeitura iria ter que suportar para devolver aos maus feitores o dinheiro sujo gasto na campanha?

Além do mais, alguns dos aliados, ex secretários de administrações anteriores, causadores do que vivemos atualmente, voltando a administrar o município. Assessores que tinham a obrigação de criar mecanismos de forma técnica, legal e criativa para colaborar com o prefeito em decisões gerenciais, preferiram cruzar os braços, por má vontade ou falta de competência mesmo e deixar o município amargar o que vemos atualmente. Digo isso pois a responsabilidade dos atrasos de salários, por exemplo, é consequência de perdas ou não capitação de novos recursos financeiros para incrementar a arrecadação municipal.

Vale lembrar que o candidato majoritário não declarou em seu registro de candidatura nenhum bem móvel. Isso significa que depois de anos em uma das mais bem remuneradas profissões, o mesmo não conquistou sequer a casa própria. Ou então é uma estratégia para burlar a lei objetivando salvar o patrimônio de bloqueios judiciais por condenações cíveis e criminais. Aliás, já existe uma ação penal por improbidade administrativa em tramitação.

Quem quiser pagar pra ver o erário ser dilapidado em prol de caprichos pessoais de múmias e vampiros da política de Propriá, chame o “doutor!”.

Não devemos aceitar isso. Precisamos saber separar o joio do trigo e analisar o melhor e mais bem intencionado caminho.

Vamos tomar as rédeas da situação e eleger àquele que mesmo sem experiência pública anterior, trás consigo o grande desejo de acertar. Afinal, ninguém nasce prefeito, mas com boa vontade, senso de justiça, respeito ao dinheiro público e bons assessores, podemos ver a princesinha do São Francisco sorrir de novo.

Por André Fontes
Foto: Divulgação/André Fontes

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