Reflexão: Ninha da Feira e Paulo Dantas: com maturidade política e humildade

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No último final de semana do mês de julho/2016 o quadro político em Propriá chamou muito a atenção da população devido às informações sobre os posicionamentos e articulações que estão acontecendo. Prolonga-se pelo inicio do mês de agosto trazendo surpresas.

Duas análises em relação ao momento

Ninha da Feira, a pré-candidata do PSDB, lançada pelo grupo do Prefeito José Américo Lima vem do seio do povo e como vice-prefeita atual consegue levar consigo um bom número de eleitores que são simpatizantes da sua pré-candidatura. Subestimar que ela não consiga três mil votos é uma grande falha dos que se dizem “entendidos” da política local. Com o DEM apoiando sua pré-candidatura, indicando de alguma forma algum cargo, a disputa em Propriá não seria coisa fácil para nenhum candidato na condição de rival. Ninha e Paulo são fortes.

Paulo Dantas surgiu como uma novidade colocada pelo DEM que hoje tem como figura dominante o nome do bem sucedido empresário do ramo de arroz em Propriá, José João Nascimento, que é filho da ex-prefeita Menininha e irmão do também ex-prefeito Luciano Nascimento. O DEM vem juntando forças e imagem política e faz a diferença em um quadro de disputa na atual conjuntura. Paulo Dantas foi o nome bem escolhido porque reúne qualidades substanciais como pré-candidato do DEM.

Sem que haja nenhuma informação oficial por parte das equipes de ambos os pré-candidatos – Ninha da Feira e Paulo Dantas – sobre uma possível união para compor chapa juntos, o que parece ser mais viável para uma vitória nas urnas é de, com maturidade política e humildade, pode-se chegar lá. Quem ficaria onde seria apenas “condição”.

A defesa de um projeto que coloque em primeiro plano o desenvolvimento motor e intelectual para a região é talvez o que mais tenha faltado na “mesa” das discussões políticas. Parece ter faltado em todas as administrações. Própria deixou de questionar sobre os fatores das “causas” que geram os “efeitos” para voltar dedicar-se ao que vem a ser de debater “nefasto” que só ajudam a reavivar o campo das velhas intrigas que tanto macularam a imagem boa do lugar talvez impedindo esse desenvolvimento. A política do ódio não pode voltar á baila.

Aqui não se faz nenhum pré-lançamento de união e sim uma reflexão. É preciso olhar no “retrovisor” da História, entretanto, com maturidade política e humildade.

Da redação

Adeval Marques

Graduado em História / Unit

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