Lixo na Praça da Estrela: Uma questão de educação e consciência

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O site Propriá News registrou a queixa de um turista ao visitar a Praça da Estrela

Abismado um cidadão que visitava a cidade no último final de semana observou, enquanto levava seus filhos para uma volta nas imediações do centro da cidade e recordando a infância vivida ali, o quanto de sujeira era jogado em uma das praças mais belas e antigas de Propriá: a Praça da Estela.

Na Praça da Estrela reside a estátua de um dos homens que dignificam a História local pela contribuição que fez à cidade sendo sócio da antiga fábrica de tecelagem que tanto abrigou pessoal, cerca de dois mil funcionários diretos, e outros serviços prestados. Era ele João Fernandes de Britto.

São algumas lanchonetes que vendem que hoje estão na Praça e no entorno pequenos locais de venda de lanches e objetos de ocasião. Ao consumir o lanche ou fazer uma compra o cliente joga o restante ao chão que, se for comestível, é logo absorvido pelas matilhas de cães que rondam em meio ao povo e se for descartável fica de um lado para outro levado pelo vento. Deveria haver mais educação e consciência.

Observa-se que um dos fatores para se consagrar um povo educado é justamente o seu estado de higiene e do meio em que vive vai nos levar à reflexão sobre como que educação existe por parte dos que frequetam o local e fazem o descarte de restos e objetos. Absurdo maior não há colocando todos e igualdade de grau e nível.

Os serviços públicos de coletas funcionam no local, só resta o fator educação e consciência serem aplicados em nome de uma boa imagem social do povo de Propriá. A falha reside na falta de um serviço de apreensão de cães que vagam pelas ruas oferendo risco de ataques e transmissão de saúde do povo.

O zelo da imagem e higiene do local compete a todos.

Da redação

Adeval Marques

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