DESCASO EM PROPRIÁ: LIXO, POLUIÇÃO VISUAL E DESRESPEITO NA ENTRADA DA CIDADE

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Uma placa de advertência anuncia em letras maiúsculas: “PROIBIDO JOGAR LIXO NESTE LOCAL”. De nada adianta. A Sua frieza não intimida e muito menos educa contra o material que vem sendo jogado diariamente, resto de construção e lixo, por populares em plena entrada e saída da cidade de Propriá, bem ao lado das casas de bomba da CODEVASF, lado Norte da cidade.

Os moradores da localidade afirmam que o deposito de lixo vem evoluindo e, ao que tudo parece, a intenção é a de aterrar o local e posteriormente usá-lo para edificar alguma construção residencial ou comercial. A atitude chama ainda mais a atenção porque a via é muito transitada pela população da cidade, ou seja, classe política e todos os tipos de autoridades trafegam. O acúmulo do lixo chama a atenção porque seu volume vem ganhando corpo. Por que a negligência? Onde estão as autoridades?  Qual o papel da Secretaria Municipal de Meio Ambiente? O que tem a dizer o Prefeito José Américo? Qual o papel da Câmara Municipal nesse sentido? São questionamentos interessantes par a análise das autoridades e de toda sociedade.

Em matéria institucional no site da Prefeitura Municipal, que tem por título: Prefeitura elabora projetos de urbanização em diversas localidades. A pergunta que deve ser feita é: A cidade tem Plano Diretor de Urbanização? A Câmara Municipal vem fiscalizando essas ações?

Veja o que diz a matéria na íntegra no site oficial da Prefeitura de Propriá:

“Prefeitura elabora projetos de urbanização em diversas localidades

A prefeitura de Propriá instituiu um núcleo de engenharia com o objetivo de elaborar uma série de projetos de urbanização e infraestrutura em diversas áreas que se encontram em expansão no município.

Em conversa com os técnicos, o prefeito José Américo determinou que se elaborassem as propostas de arquitetura dentro da realidade financeira que a administração atravessa, para que não comprometa as obrigações fixas da gestão, a exemplo dos salários dos servidores.

Outra observação declarada durante a conversa foi de que se estudassem detalhadamente os equipamentos que já existem em algumas áreas, avaliando as hipóteses de recuperação e, ou construção de novos, vendo ainda a possibilidade de total aproveitamento.

Américo solicitou que fossem estudados todos os impactos resultantes das intervenções em obras, levando-se em conta o meio ambiente com sua preservação, e também a universalização de suas utilidades.

“Os investimentos devem atender a proporção da capacidade financeira de tudo que arrecadamos, e suas funcionalidades devem atender a todos os segmentos da sociedade”. Arrematou.

Fonte:
www.formaecor.com.br/wc2b/index.php?sa=1&lay=N&tit=Home “

Existe falta de educação, de fiscalização e aplicação de penalidade. Existe falta de compromisso e política pública pelo Prefeito. E a qualificação de grande parte do povo de Propriá para gestão do Prefeito José Américo como uma das piores de todos os tempos.

Da redação

Adeval Marques

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